Ricardo Rocha

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Decisões ruins nascem da pressa em sair da dor

“Ali ele foi tentado pelo Diabo durante quarenta dias. Nesse tempo todo ele não comeu nada e depois sentiu fome.”Lucas 4:2

As piores decisões não são tomadas por falta de inteligência, mas por EXAUSTÃO emocional. Quando a dor aperta, o medo cresce e a energia acaba, a mente passa a buscar ALÍVIO imediato, não o melhor caminho. É nesse estado que as pessoas sabotam o próprio futuro.

O erro clássico é decidir para acabar com o desconforto. Troca-se ESTRATÉGIA por atalho, DISCIPLINA por impulso, VISÃO por sobrevivência. A dor vira o critério da decisão. Quanto maior o incômodo, maior a pressa. E quanto maior a pressa, pior a decisão.

O problema é que decisões tomadas para acabar com o desconforto não RESOLVEM a causa, apenas ANESTESIAM o sintoma. Você até sente um alívio momentâneo, mas o custo aparece depois em arrependimento, retrabalho e perda de direção. O preço sempre chega.

Decidir bem exige domínio emocional interno. Antes de agir, é preciso criar DISTÂNCIA do desconforto. Pausar, nomear o que está acontecendo, separar emoção de realidade. Não decidir com fome, cansaço ou medo não é fraqueza, é LUCIDEZ.

Quem aprende a suportar o desconforto sem correr para o atalho desenvolve MATURIDADE para tomada de decisões. E maturidade é o que sustenta escolhas BOAS quando ninguém está vendo e quando tudo parece faltar.

Leia a Bíblia com uma carta de amor.

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