“Ali ele foi tentado pelo Diabo durante quarenta dias. Nesse tempo todo ele não comeu nada e depois sentiu fome.” – Lucas 4:2
As piores decisões não são tomadas por falta de inteligência, mas por EXAUSTÃO emocional. Quando a dor aperta, o medo cresce e a energia acaba, a mente passa a buscar ALÍVIO imediato, não o melhor caminho. É nesse estado que as pessoas sabotam o próprio futuro.
O erro clássico é decidir para acabar com o desconforto. Troca-se ESTRATÉGIA por atalho, DISCIPLINA por impulso, VISÃO por sobrevivência. A dor vira o critério da decisão. Quanto maior o incômodo, maior a pressa. E quanto maior a pressa, pior a decisão.
O problema é que decisões tomadas para acabar com o desconforto não RESOLVEM a causa, apenas ANESTESIAM o sintoma. Você até sente um alívio momentâneo, mas o custo aparece depois em arrependimento, retrabalho e perda de direção. O preço sempre chega.
Decidir bem exige domínio emocional interno. Antes de agir, é preciso criar DISTÂNCIA do desconforto. Pausar, nomear o que está acontecendo, separar emoção de realidade. Não decidir com fome, cansaço ou medo não é fraqueza, é LUCIDEZ.
Quem aprende a suportar o desconforto sem correr para o atalho desenvolve MATURIDADE para tomada de decisões. E maturidade é o que sustenta escolhas BOAS quando ninguém está vendo e quando tudo parece faltar.
Leia a Bíblia com uma carta de amor.