Ricardo Rocha

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Sua relação pode mudar da água para o vinho

“Alguns mestres da Lei e alguns fariseus ficaram espiando Jesus com atenção para ver se ele ia curar alguém no sábado. Pois queriam arranjar algum motivo para o acusar de desobedecer à Lei.” – Lucas 6:7

Existe algo silencioso que vai AZEDANDO as relações aos poucos. Não é uma grande traição, nem uma discussão explosiva. É o OLHAR. O jeito como você passa a OBSERVAR o outro.

Os fariseus não estavam interessados em Jesus. Estavam interessados em ENCONTRAR ERROS. Eles olhavam, mas não para APRENDER, se inspirar ou se transformar. Olhavam para ACUSAR. E quando esse olhar entra numa relação, ela começa a morrer.

Muitos casamentos esfriam por isso. Relações entre pais e filhos endurecem assim. Amizades se rompem assim. Você passa a VIGIAR FALHAS, contar erros, registrar tudo o que o outro não é, não faz, não entrega. O outro vira um projeto inacabado e cheio de falhas que te frustra.

O problema é que esse tipo de olhar quase nunca nasce do outro. Ele nasce de um VAZIO INTERIOR, de um BURACO DE IDENTIDADE. Quem não está inteiro, olha para a vida pelo que falta. E quem olha pelo que falta, reclama, acusa, cobra e exige.

A RECLAMAÇÃO vira linguagem padrão. A acusação vira quase um “reflexo muscular” automático. Até quando elogia, elogia como se fosse OBRIGAÇÃO DO OUTRO ou mérito seu. Nada é suficiente, tudo é dívida.

Jesus estava ali para CURAR outra pessoas, mas eles só conseguiam enxergar regras quebradas. Muitas vezes, a cura está acontecendo na sua relação, mas você só consegue ver o que não saiu conforme você esperava.

Talvez a pergunta mais honesta não seja: “Por que essa relação está ruim?” e sim: “com que olhos eu tenho olhado para a pessoa que está ao meu lado?”.

Leia a Bíblia como uma carta de AMOR.

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