“Quem guarda a sua boca preserva a própria vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.” – Provérbios 13:3
Você já percebeu como algumas pessoas perdem AUTORIDADE não pelo que fazem, mas pelo que FALAM? Fazem promessas excessivas que geram mais DESCONFIANÇA do que segurança. Já percebeu como quem fala DEMAIS quase sempre está tentando PROVAR algo?
A boca é um ativo estratégico. Não é sobre educação, é sobre POSICIONAMENTO. O texto não trata de SILÊNCIO, trata de ESTUPIDEZ e SABEDORIA.
Vivemos um contexto de excesso de informações e ao mesmo tempo uma absoluta falta de PROFUNDIDADE das pessoas em conhecimento.
Falar demais pode revelar INSEGURANÇA. Quem precisa explicar tudo geralmente está tentando preencher uma FRAGILIDADE interna. Excesso de fala muitas vezes é excesso de necessidade de validação. Quem é seguro não fala pouco por timidez, fala pouco por CONSCIÊNCIA.
Prometer demais é outro sintoma. A promessa inflada cria expectativa inflada. E expectativa inflada gera FRUSTRAÇÃO quase inevitável. Quem promete demais coloca o outro em estado de ALERTA: “Será que ele entrega?”
Confiança não nasce da promessa, nasce da ENTREGA repetida.
Existe uma equação silenciosa:
Maturidade ↑
Necessidade de falar ↓
Peso das palavras ↑
Quem fala demais DILUI o próprio valor. Quem fala com precisão concentra força.
E o verso é brutal ao dizer que quem fala demais se arruína. Não é uma ruína instantânea, é progressiva. Pequenas falas impulsivas, pequenas exposições desnecessárias, pequenas promessas exageradas, pequenos comentários que corroem relações. A boca pode construir pontes ou queimar território.
Guardar a boca não é calar, é dominar o TEMPO da fala. Saber quando falar, quanto falar, para quem falar e principalmente: por que falar. Porque no fundo, a pergunta não é sobre o que você diz, é sobre o que está tentando compensar quando diz.
Você fala porque tem algo RELEVANTE a entregar ou porque precisa se sentir relevante por VALIDAÇÃO?
Leia a Bíblia como uma carta de AMOR.