“O Senhor detesta balanças desonestas, mas os pesos exatos lhe dão prazer.” – Provérbios 11:1
Você já percebeu como quase sempre a DISTORÇÃO vem com uma JUSTIFICATIVA elegante? “Foi só um detalhe”, “foi só para facilitar”, “foi só para não criar problema”.
O problema nunca começa com um GRANDE erro, começa com o QUASE JUSTO. Uma balança desonesta não é roubo escancarado, é um “ajuste” milimétrico. É um MANIPULAÇÃO imperceptível, o suficiente para você GANHAR um pouco mais e ainda MANTER a consciência relativamente tranquila. Não é uma FRAUDE escancarada, é uma VANTAGEM sutil.
E é exatamente isso que o texto confronta. Não é o erro acidental que é detestado, é a INTENÇÃO de DISTORCER para favorecer a si mesmo. O “quase justo” é a zona mais perigosa da nossa jornada. Não parece crime, parece estratégia, maturidade e até mesmo inteligência.
Mas é só EGO tentando proteger essa VANTAGEM. Qual é a história VERDADEIRA que fica registrada? Pequenas mentiras no currículo. Pequenas omissões no contrato. Pequenas distorções na narrativa. Pequenas promessas que você já sabe que não vai cumprir. Você classifica como pequenas, mas seu inconsciente SABE que são DESONESTAS.
Essa VANTAGEM gera uma consequência invisível: cada vez que você “ajusta” a balança para leve VANTAGEM no mundo EXTERIOR, você DESALINHA a balança do seu mundo INTERIOR. A consciência perde nitidez, a integridade enfraquece e a confiança se fragiliza.
O texto não fala de SUCESSO, fala de PESO EXATO. Peso exato é COERÊNCIA. É dizer o que é, como é, na medida que é, sem inflar, sem esconder e sem dramatizar.
A “prosperidade” APARENTE construída no “quase justo” cobra juros EMOCIONAIS invisíveis. Pode crescer rápido, mas não permanece firme.
A pergunta não é se você mente. A pergunta é: onde você está sendo um “quase justo”? Porque pequenas mentiras são mentiras, e o que começa em gramas termina em toneladas.
Leia a Bíblia como uma carta de AMOR.
Essa foi uma pancada! Vou pensar muito!