Ricardo Rocha

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Espiritualidade profissional

No âmbito profissional, a espiritualidade autêntica promove colaboração e evolução, não isolamento e egocentrismo.

Podemos viver uma vida espiritual de FORMA tão estruturada que perdemos a sensibilidade aos problemas das pessoas.

A espiritualidade, que deveria nos levar e aproximar das pessoas, quando vivida de FORMA religiosa, é transformada em um mecanismo de separação e egoísmo.

Na espiritualidade religiosa, o eixo continua o mesmo, o Eterno, porém o foco muda do PRÓXIMO para o EU, do SERVIR ao próximo para PROTEGER meus interesses.

A verdadeira espiritualidade no dá acesso à perspectiva cósmica da vida, em que toda ela funciona em um fluxo integrado com um único propósito: evoluir e perpetuar a vida, aperfeiçoando as relações e os agentes humanos. Se estão aqui, todos os agentes, do maior ao menor, são igualmente relevantes.

Você e eu não somos ESPECIAIS, somos ÚNICOS. Não somos melhores ou piores, não estamos acima ou abaixo de qualquer outro ser humano. A UNICIDADE de cada ser humano é um apontamento para a perspectiva cósmica da vida através de um atributo dela confiado à nossa existência.

Para avançamos no entendimento e experiência da vida em sua plenitude, a prática do ISOLAMENTO e INDIVIDUALISMO é contra produtivo, pois jamais vou alcançar tal condição sem a UNIDADE com a UNICIDADE que está repartida com toda a humanidade.

Portanto, se quer ser pleno e ter uma empresa plena, faça aliança de COMPROMISSO com as pessoas e aprenda a ter SÓCIOS e a formar um TIME.

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Rosana Fernandes
Rosana Fernandes
5 meses atrás

Sensacional… somos únicos!

Fabian
Fabian
5 meses atrás

Ter sócios é difícil, viu! Para separar o joio do trigo na escolha de um parceiro (de trabalho ou de vida) exige ter olhos preparados para ver e aceitar a realidade e as pessoas como elas são, sem julgamentos ou fantasias. É preciso maturidade. A maturidade, no ponto certo, traz esse discernimento. Outra coisa que a maturidade traz, é a “desidentificação”. Se tem algo que aprendi, é que tudo aquilo com o que você se identifica – família, times de futebol, partidos políticos, religiões, a forma de se vestir, a nossa forma de operar um negócio – você defende, muitas vezes a qualquer custo, cegamente. Com a maturidade aprendemos a respeitar as diferenças, mas ao mesmo tempo a selecionar com quem queremos estar, com quem queremos conviver, com quem queremos formar “sociedades” e “parcerias”, baseado nos alinhamentos de valores, de forma consciente, e não baseado em julgamentos atrelados na nossa identificação. E isso é um exercício diário, constante, de evolução pessoal e profissional.

Ricardo Rocha

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